Sim, após uma semana dirigindo pra cima e pra baixo sem habilitação e quase ter cagado nas calças perante um bloqueio da polícia, finalmente chegou a minha licença para matar.
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Férias. Época de colocar sua vida em dia. A saber:
*Assistir a 7ª temporada de Smallville, a 2ª de Dexter, a 1ª e 2ª de Oz, a 3ª de 24 Horas, a 2ª de House e a 4ª de The 4400. Tudo isso em 30 dias.
*Jogar muito videogame e conseguir algumas conquistas deixadas pra trás em cerca de 30 jogos.
*Baixar bandas novas já pra bombar no som do carro.
*Comprar um som pro carro.
*Terminar de ler o livro do Harry Potter.
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E começou hoje o horário político. Hora de sentar no sofá e rachar o bico com os candidatos mais bizarros que existem. Só no primeiro dia teve de tudo um pouco: palhaço, traveco, gente que mal sabe ler o teleprompter e a viúva do Enéias.
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É incrível que quando você pensa que tal pessoa já saiu da sua vida, de repente ela dá de cara com você.
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Tá. Andei meio sumido e sem muito assunto. Mas não há muito do que se falar quando se fica trancado o dia inteiro no quarto jogando videogame.
Se quiser ler algo interessante, eu indico esse lugar aqui ó.
Venho por meio desta comunicar-lhes que, a partir de hoje, esse espaço virtual será editado pelo dono de um veículo Volkswagen Saveiro 04/05, Flex, cor prata, 1.6 com motor flex.
Peço a todos que mantenham a calma, pois isso de nada influenciará nos posts escritos e nem na quantidade de merda produzida, pois o veículo será usado apenas para ir jogar videogame na casa de amigos, ir trabalhar nos finais de semana, buscar e levar a namorada em sua casa e em eventuais passeios e viagens.
A opção por um veículo para apenas 2 passageiros é óbvia para quem conhece este que vos fala. Depois de anos a fim andando de ônibus pra lá e pra cá, é certo dizer que este feliz comprador deveria escolher um carro que coubesse a menor quantidade de pessoas possível. Caso amigos, parentes e afins insistam, fico feliz em informar que a caçamba do veículo estará sempre a disposição dos mesmos.
Quanto a parte financeira, segundo cálculos gerados pela cúpula de acionistas e diretores mantenedores do blog, fica decidido que o presidente da Fase Bônus Empreendimentos Inc. deverá se submeter a sérias restrições orçamentárias, reduzindo ao máximo os gastos com DVDs e jogos. O presidente se reserva ao direito de cobrar de seus leitores pelo acesso ao blog, mas isso ainda é um projeto que será levado a cúpula em breve.
Sem mais,
Cae Skywalker
Presidente, CEO e Deus desse espaço virtual.
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E quem diria que um dia eu estaria ouvindo metal cristão? Tirando as letras, é uma ótima banda. Recomendo!
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Tá certo, nem que eu deixe de pagar uma parcela do carro, mas eu ainda compro esses filmes.
Bibleman Versus Doubt
Depois de quatro horas de espera, entro no carro e dou de cara com Darth Vader em pessoa. O fiscal do Detran me dá um bom dia seco, quase dá pra ouvir a respiração asmática e mecânica do vilão de Star Wars. Na mesma hora que sento no carro me dá uma vontade tremenda de cagar, e sinto a merda batendo na entrada do cu.
Dou uma travada no rabo, ajeito o retrovisor, banco, cinto de segurança. Embreagem, primeira marcha, seta pra esquerda, freio de mão, tira o pé da embreagem, acelero. A cinqüenta metros, hora da baliza. Tiro de letra. “O medo leva ao lado negro da Força”, já dizia Mestre Yoda. Entre setas e paradas obrigatórias é hora de sair numa subida.
Paro o carro. Embreagem, ponto morto, freio de mão. “Pode sair” fala Darth Vader. Seta pra esquerda, embreagem, primeira marcha, tira o pé da embreagem de leve, o carro dá uma levantada, acelera, freio de mão, o carro desce um pouco e sobe com um tranco brusco.
“Caralho, porra, buceta, tomá no cu seu viado!” penso, enquanto falo um palavrão cabeludo em voz baixa. Continuo o trajeto sem mais delongas. Seta pra lá, seta pra cá, e entre embreagens e trocas de marcha, encosto o carro.
“Tudo bem, parabéns”, diz Vader. Pronto, agora só falta um carro.
A idéia era fazer um post comentando cada banda, mas vamos simplificar. Abaixo, as mais tocadas/jogadas em Rock Band. Clicando no nome das músicas tem clipezinho e o caralho.
Paramore - Crush crush crush
Juli - Perfekte welle
Blondie - Call Me
Pixies - Here Comes Your Man
Smashing Pumkins - Zero
Ah, as férias. Faltam menos de dez dias. Férias no inverno. Será a primeira vez.
Inverno. Para as pessoas com medo de vento, que se resguardam no cobertor com um copo de chocolate quente e biscoitos da vovó, essa é a época ideal para tirar férias. Mas para pessoas normais como nós – que possuímos guitarras de plástico – férias só possuem um objetivo: aprimorar suas técnicas na milenar arte de apertar botões.
Por isso desde já estou me abastecendo de jogos para passar 30 dias em casa, trancafiado num quarto escuro e mal ventilado, só com a nata da indústria eletrônica, o crême de la crême.
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Também é uma boa época pra assistir aqueles DVDs que você comprou a meses e ainda não teve tempo pra assistir. E botar as séries que você acompanha via Rapidshare em dia também.
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Êta povo chato. “Vai viajar!”, o fiel leitor deve estar pensando aí com seus botões. Explico: a grana das férias do banco nem parece banco já tem um destino definido. Dica: tem quatro rodas e é um monstro que bebe gasolina.
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A primeira vez que pus a mão nesse jogo foi em 2001, pro finado Dreamcast. Me dava bem jogando sozinho, mas apanhava pra valer no modo Versus.
Passei direto pela seqüência e só fui jogar a terceira versão do jogo, já pro Play 2. E continuava apanhando muito.
Agora, já na sua quarta versão, num mundo onde jogar online faz parte do alfabeto de qualquer jogador, algo ainda me persegue: continuo apanhando pra vale em Soul Calibur, agora tanto no Versus quanto jogando contra alguém do outro lado do mundo.
É a vida. Um dia você perde. No outro também.
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Passada a moda de baixar músicas pra tocar/jogar no videogame, descobri outra forma de deixar Bill Gates mais rico do que ele já é.
O negócio se chama Xbox Live Arcade e consiste num serviço de download (pago, é claro) de jogos que foram clássicos dos fliperamas e de outros consoles, além de jogos mais casuais, e não por isso menos viciantes.
Na Live você encontra desde aquele clássico das Tartarugas Ninjas de 1989, no melhor estilo Final Fight e Street of Rage, até Castlevania: Simphony of the Night, um dos melhores jogos do Playstation, passando por Sonic, Golden Axe e Mortal Kombat. Vários jogos que marcaram sua infância com certeza estão lá, por um precinho camarada.
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Agora me fala: do que adianta comprar jogos, instalar outros no computador e baixar joguinhos viciantes da Live se eu não paro de jogar Rock Band?
Primeiro quadrinho:
Calvin (assistindo TV junto com Haroldo): - Por que minha vida não é como está série de humor?
Segundo quadrinho:
Calvin: - Por que eu não tenho um monte de amigos sem nada pra fazer fora aparecer em casa e criar situações malucas?
Terceiro quadrinho:
Calvin: - Por que minhas conversas não são cheias de sacadas espitiruosas? Por que meus amigos não demonstram preocupação sincera com meu bem estar quando estou com em dificuldade?
Quarto quadrinho:
Haroldo: Por que você não conhece nenhuma gata deslumbrante?
Calvin: Tenho que arrumar uns roteiristas pra minha vida.
O Mundo é mágico: as aventuras de Calvin & Haroldo, pg 132
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Seria só mais um blog qualquer sobre videogames, mas os queridos leitores vão logo perceber o motivo que mais me chamou a atenção nele. Ou melhor, os três motivos.
Não foi o pior filme da minha vida. Mas também não seria daqueles filmes que eu levaria para uma ilha deserta. Mas a verdade é que faltou um “algo mais” no novo filme da saudosa série Arquivo X.
Não foi aquilo que eu esperava. Eu esperava algo do tipo final de temporada, pra gente ficar com o coração na boca e com o Galvão Bueno martelando na nossa cabeça “haaaaaaja coração!!!”. O que eu vi foi puxado mais para um episódio normal, daqueles que a gente assiste no meio da temporada e nem se preocupa se por acaso deixou de assisti-lo ou pegou o episódio pela metade.
Faltou feeling. Faltou relação com a série. O que vi foi apenas pequenas citações e referências passadas, coisa que só fã xiita perceberia. E faltou personagem. Faltou John Dogget e Mônica Reyes, e teve o Skinner que apareceu só no finalzinho, faltando uns 15 minutos de filme. E também senti falta dos Pistoleiros Solitários, do Mr. X, Alex Krycek, Diretor Kersh e até do Canceroso, todos que poderiam aparecer em flashbacks ou em um momento “I see dead people”, como no episódio final da série.
E a história então? Como já foi dito antes, não foi nenhum final de temporada, mas como o foco da série sempre foram os alienígenas, bem que poderia ser feito um filme com eles como tema, ainda mais se levarmos em consideração o episódio final da série, quando Mulder descobre a data exata da tão falada invasão, aquela que o Governo estaria escondendo da população. Seria legal ver a luta solitária de Mulder contra Deus e o mundo para evitar que isso acontecesse.
Mas não, o que eu vejo é uma história sem pé nem cabeça, em que um padre pedófilo tem visões a respeito de alguns desaparecimentos, até que descobrimos que os vilões são cientistas russos que seqüestram pessoas para criar um ser vivo com vários pedaços humanos (!!!), como um Frankestein moderno. No meio disso tem a Scully fazendo beicinho porque quer ajudar um paciente do hospital que ela trabalha e birrenta com o já citado padre pedófilo. E tem ela dando piti com o Mulder também.
Russos! A última vez em que os russos foram vilões no cinema foi em Rock IV (Ivan Drago, lembra?) e em Rambo III. Não tem uma coisa mais atual não? Até muçulmanos já estão fora de moda.
Se o ritmo continuar do jeito que está, daqui a uns 10 anos sai outro filme, e vamos ver onde essa merda vai dar.
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Férias chegando, participação nos lucros do banco que nem parece banco também. Isso pode significar dinheiro sobrando.
Alguém aí falou em tatuagem?
Um mês inteiro sem atender gente estúpida e ignorante. Um mês para botar em dia as séries que costumo assistir. Um mês jogando videogame sem parar. Um mês para comprar meu carro.
Faltam 3 semanas.
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Caralho. Alguém me traga uma água com açúcar. Repararam na felicidade da galera quando o Gambit aparece?
“ – E aí, já tirou a carta?”
“ – Ainda não, falta pouco”
“ – Vai tirar na raça ou vai pagar?”
“ – Pagar é para os fracos.”
Daí entra a imagem de um cavalo dando um coice no infeliz com quem eu tava conversando.
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Tenho que tirar o chapéu pro SBesteira. O Canal do titio Silvio Santos me surpreendeu dessa vez. Quando fiquei sabendo que ia ser exibido Grey´s Anatomy e Ugly Betty, eu já imaginava os nomes ridículos que a série teria aqui no mundo da TV aberta. “Um hospital muito louco”, “uma feia em NY” e até “Anatomia do Amor” pipocaram em minha cabeça como um dos possíveis títulos por essas bandas.
E não é que as séries são exibidas com os títulos originais? Dei um tiro no pé dessa vez.
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Mas nem tudo são flores. Alguém aí já assistiu algum episódio das já citadas séries? Reparou na dublagem? O horror, o horror…
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Com a estréia do novo filme da melhor série já existente, assim na Terra como no Céu, um querido site (leitura diária e recomendada por esse velho escriba), publicou uma pequena lista com 10 episódios para assistir antes do filme.
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Nerd que é nerd já deve ter tido, pelo menos, um pensamento poluído e impublicável com a Scully. Aqui vão algumas fotos pra relembrar esse tempo bom, que não volta nunca mais.
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A trilogia de filmes sobre o jogo Resident Evil todos conhecem, certo? Mas essa eu nem sabia: a Capcom produziu um longa metragem em animação expandindo mais ainda a saga, que será lançado direto pra DVD no final do ano. Veja o trailer aqui.
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Não dá. Posso ganhar algumas, mas no geral eu mais perco do que ganho. Sinceramente, jogo de tiro no teclado+mouse não dá.
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E por falar em jogos, é como dizia aquela música do The Chash: Should I stay or should I go?
Não é todo dia que a gente vê um campeonato desse naipe.
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Psicopatas. Porque elas existem?
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E a Harmonix divulgou o set list do jogão Rock Band 2. Fiquei mais feliz com o terceiro parágrafo, que me deixou de certa forma mais calmo. Afinal, o leitor mais antigo sabe como investi no primeiro game da (agora anunciada) franquia musical.
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Segunda feira. No meu novo celular (que faz de tudo, até ligação), sintonizo a Kiss FM. Daí toca uma música que me fez lembra de Seinfeld. Não por ela ter tocado em algum episódio, mas sim pela bizarra semelhança com o protagonista da melhor série de comédia que já tive o prazer de assistir.
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E por falar em Seinfeld, é a quinta temporada da série que bomba no aparelho de DVD, porém somente aos finais de semana, pra assistir ao lado da patroa.
Sabe qual é? É aquela da camisa de pirata (I don´t wanna be a pirate!), aquela que George finge ser um biólogo marítimo por uma garota, tem aquele episódio com o cara que conversa perto demais do rosto dos outros, aquele que George entra numa piscina fria e sua namorada vê ele com o pau todo encolhido, lembra?
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Sábado é dia de ir no teatro com a patroa e com amigos do trabalho.
Sim, você leu direito. E isso por que eu sigo à risca meu mantra de que os mundo não podem se chocar. Imagina se eu não seguisse. Ia ter colega de trabalho ligando pra minha namorada convidando pra ir no forró juntas.
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Vamô lá gente, continuem assim. Só não vale ficar dando F5 direto no blog.



